Por uma educação digital

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Os professores Patrícia Scherer Bassani, Patrícia Thoma Eltz e Claudio Cleverson durante a mesa-redonda. (Foto: Camila Guedes)

Que práticas da Web 2.0 acontecem na educação básica? Essa foi a pergunta que a professora Patrícia Thoma Eltz buscou responder na manhã desta terça-feira (29), segundo dia do Senid, durante a mesa redonda “Web 2.0 na Educação”, que também contou com a participação da professora Patrícia Scherer Bassani e do professor Claudio Cleverson de Lima, todos do Centro Universitário Feevale.

Segundo Patrícia, para falar em cultura digital, a gente tem que saber que a sociedade é em rede e isso exige do ser humano uma nova maneira de estar e encarar a sociedade. “A Web 2.0 nada mais é do que uma rede de plataformas que funciona como um todos para todos, ou seja, eu vou fazer, escrever, produzir, mas também vou compartilhar”, explica. Para a professora, apesar de muito presentes na atualidade, as tecnologias ainda não estão presentes no dia-a-dia do professor. “Existem muitas ferramentas, mas o professor precisa conhecê-las”, comenta.

Como forma de mudar essa realidade, a professora sugere que a gente reflita sobre os processos de ensino e aprendizagem e foque em três pontos: produzir, distribuir e compartilhar. “Aquilo que eu aprendo não precisa ficar só comigo”, lembra. A grande questão, para ela, é que a escola, em vez de trabalhar e usar os meios em sala de aula, acha melhor proibir. “A gente deveria ir atrás de como fazer esse aluno usar esses recursos em sala de aula com qualidade. Pensar em cultura digital é pensar na escola nas suas múltiplas formas de ser”, conclui a professora.

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