Arquivos da categoria: Oficinas

Ensino Médio no Senid

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Foto: Camila Guedes

A tarde desta terça-feira reuniu cerca de 250 alunos do ensino médio da rede pública de Passo Fundo e região para o momento criado, dentro do Senid, especialmente para os jovens que se aproximam da faculdade. A intenção, segundo o Professor Adriano Canabarro Teixeira é aproximar do Senid aquelas pessoas que fazem com que ele aconteça. “São os jovens e adolescentes que nos fizeram, desde o início, pensar o que se está fazendo com a educação”, comenta.

O Senid Junaj chega, em 2014, a sua segunda edição e além de poderem participarem das outras atividades do evento, os alunos participam de 7 oficinas práticas que, em 25 minutos, exploram diferentes áreas da informática como robótica, as tecnologias do passado e as possibilidades do programa Scratch.  Antes de tudo isso, o ator Beto Mayer usou do teatro para abordar temas relacionados a utilização da tecnologia na vida do jovem. “O legal é trazer a gurizada para nos ajudar a reconhecer a dinâmica do uso da tecnologia”, explica.

Confira a galeria de fotos!

 

Inicia o segundo dia do SENID

O segundo dia do 3º Seminário Nacional de Inclusão Digital já começou! Na manhã desta terça-feira (29), os participantes iniciaram as atividades às 9h com as oficinas: “Literatura Aumentada: Como criar poemas e contos em Realidade Aumentada”, “Prezi”, “Facebook para Educadores: possibilidades para uma educação em rede” e “PROA: um recomendador de objetos de aprendizagem baseado em competências”.

Além disso, no auditório do B5, no campus I da UPF, está acontecendo a mesa redonda “Web 2.0 na Educação”, com a professora Patrícia Scherer Bassani, o professor Claudio Cleverson de Lima e a professora Patrícia Eltz, todos do Centro Universitário Feevale.

(Foto: Cláudia Tainá)

(Foto: Cláudia Tainá)

A nova geração da tecnologia

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Fotos: Maitê Weschenfelder e Marcelo Henrique

As crianças invadiram o Senid!

Durante a tarde do primeiro dia de evento, quem ganhou espaço foram os alunos das escolas de ensino fundamental de Passo Fundo que participam do Senid Infano, uma forma de aproximar as crianças da tecnologia.

A programação começou com uma apresentação de teatro, comandada pelo ator Beto Mayer, que divertiu as crianças e falou um pouco sobre a utilização das tecnologias na educação e nas suas vidas. Em seguida, os alunos foram encaminhados para as oficinas práticas.Paralelamente a tudo isso, acontece a final do campeonato de games.

Para a diretora a Escola Municipal Coronel Lolico, de Passo Fundo, a  interação dos alunos com os jogos eletrônicos educativos contribui para o desenvolvimento das crianças. Segundo ela, os alunos desenvolvem, além do raciocínio mais rápido, a concentração e a atenção. “ A inovação do ambiente de ensino é fundamental para um bom aprendizado”, comenta.

Oficina de Geotecnologia no SENID

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Foto: Cláudia Tainá

Com o objetivo de utilizar as tecnologias disponíveis na rede para elaborar atividades com alunos, especialmente da educação básica, iniciou na manhã desta segunda-feira, a oficina “As Geotecnologias no Ensino da Geografia: As diversas formas de utilização das ferramentas Google Earth e o Maps”, que faz parte da programação do terceiro Seminário Nacional de Inclusão Digital.

Cerca de 20 pessoas estão participando da oficina, que é ministrada pela professora Ana Maria Pereira, da Universidade Federal Fronteira Sul – UFFS, de Erechim, no Laboratório Central de Informática da UPF.  Segundo a professora, essas tecnologias podem ser usadas, além da disciplina de geografia, também por diversas áreas, contemplando também desde o ensino básico, até o superior. “Estamos utilizando o GIMP, que é uma tecnologia de construção de imagens e mapas, e que por ser simples e acessível, pode ser utilizada por qualquer pessoa”, comenta.

A oficina iniciou às 9h e termina às 18h. Na parte da tarde os alunos vão construir um vídeo, para expor os conhecimentos adquiridos.

Facebook, um lugar de aprendizagem!

DSC_0163O Facebook é, hoje, a rede social de maior alcance e maior público. É tida, de forma geral, como uma ferramenta de lazer e descanso e, por vezes, é vista somente como um depositório de informações pessoas. Mas, acredite se quiser, não precisa ser assim. O Senid, através da oficina uso de grupos no Facebook como espaço digital de aprendizagem”, é o espaço para compreender os novos rumos que a rede social está tomando.

Durante a oficina, os participantes puderam compreender formas de usar os grupos, ferramentas que a rede disponibiliza, como ambientes de compartilhamento de conteúdo. O essencial, para essa visão, é que o espaço seja colaborativo, interativo e dinâmico possibilitando, dessa forma, correções, complementações e informações adicionais em tempo real. O conhecimento acontece pela troca.

 

Robótica Educacional Livre

Foto: Camila Guedes

Oficinas e exposição de robótica livre e metareciclagem acontecem durante o evento

Durante os três dias do Senid acontece no hall do prédio B5, da Universidade de Passo Fundo, as oficinas de Robótica Educacional Livre. O Polo Marista de Formação Tecnológica de Porto Alegre e o Centro Marista de Inclusão Digital de Santa Maria – CMID – são os responsáveis pela ala de robótica livre e da mostra dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos.

Segundo Eloir Rockenbach, que trabalha junto à gerência social marista e coordena o polo de Porto Alegre, os trabalhos são desenvolvidos seguindo alguns princípios, como o cuidado ambiental, o valor agregado a cada peça, apropriação do conhecimento tecnológico e criatividade. “A metareciclagem, por exemplo, desenvolve tecnologias de inovação através de lixo eletrônico, ou seja, o material que se torna obsoleto para a sociedade, vira matéria-prima para o desenvolvimento de projetos”, garante Eloir.

Foto: Camila Guedes

Juliano Machado, aluno do Polo Marista, desenvolveu um Piano, através do projeto Alquimia, no qual a Receita Federal de Porto Alegre doa à instituição máquinas caça níquel para que as peças sejam reaproveitadas. “Dessa forma, nós damos outro destino às máquinas, de algo lucrativo para algo educativo”, afirma Juliano.

Além disso, a equipe conta com uma impressora 3D, fabricada na capital. A máquina é utilizada caso falte alguma peça para a conclusão das criações dos estudantes. “É necessário uma adaptação das ferramentas a nós, e não o contrário”, conclui o coordenador.

Visitantes da tarde

Esta tarde, no SENID, contamos com a visita dos alunos das escolas municipais, enquanto aconteciam diversas oficinas. Além disso, foi oferecido um coquetel aos participantes e palestrantes.

O uso do Facebook na disciplina de Literatura Brasileira é possível?

Uma pesquisa analisou o Facebook como um instrumento capaz de aproximar o professor do aluno em sala de aula e auxiliar na educação

Uma pesquisa analisou o Facebook como um instrumento capaz de aproximar o professor do aluno em sala de aula e auxiliar na educação

 

Professoras pesquisam sobre o uso de novas ferramentas tecnológicas nas escolas

A manhã desta terça-feira iniciou com o ciclo de quatro oficinas: “Scratch: um software para desenvolver um raciocínio, a lógica”, “Produção textual na era digital”, “Uso do Geogebra no estudo de Funções Polinomiais do Primeiro e Segundo Grau” e “O uso do Facebook na disciplina de Literatura Brasileira é possível?”. Na tentativa de buscar uma resposta para essa pergunta Elaine Flores, formada em Letras e Supervisora Escolar, e Viviane Carloto, com a mesma formação e mestranda da Unicamp, formaram um grupo de pesquisa.

A ideia inicial do grupo foi abrir uma discussão a partir do conto “A cartomante”, de Machado de Assis. Para isso, foi agregado o uso de softwares como Cmap Tools, ferramenta que possibilita a elaboração de mapas conceituais, e Facebook Docs, que permite o compartilhamento de documentos, e fotografia.

De acordo com Elaine, uma pesquisa analisou o Facebook como um instrumento capaz de aproximar o professor do aluno em sala de aula e auxiliar na educação. Mas, para que isso seja possível, é necessário estar preparado para utilizar a ferramenta e cuidar com postagens e dados lançados na rede. A pesquisa, iniciada no final do ano passado, já começou a ser usada por professores na disciplina de Seminário Integrado, nova disciplina curricular dos cursos politécnicos. A partir disso, segundo a supervisora, será possível ter um feedback para o início desse projeto na disciplina de Literatura Brasileira.

 

Confira a galeria de imagens das oficinas realizadas no dia 9 de abril.

A tecnologia a serviço da matemática

Foto: Carol Domingos

O ensino de matemática nas escolas é sempre um desafio. O uso da tecnologia, entretanto, pode transformar essa tarefa em algo divertido e interessante.

A programação do Senid 2013 iniciou na manhã desta segunda-feira com cinco oficinas abertas aos participantes. A mais procurada nesse período foi a “Oficina de Scratch: proposta para o ensino de matemática”, que lotou a sala com a presença de professores da disciplina. O grupo de autores desse projeto é composto por três professoras de matemática da Universidade de Passo Fundo: Neuza Oro, Mariane Giareta e Rosa Rico, e o aluno Adler Gross, estudante do Instituto Federal Sul Rio Grandense – IFSUL – e medalhista da Olímpiada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, a OBMEP.

Com uma proposta diferente, o Scratch é um software que possibilita o estudante a criar histórias e animações que auxiliam o desenvolvimento do raciocínio lógico dedutivo. Além disso, o programa ajuda a revisar conceitos básicos da matemática. O objetivo da oficina é apresentar essa ferramenta como auxílio aos professores em sala de aula, que poderá ajudar o aluno a ser agente do seu aprendizado.

Além da oficina de Scratch, outras quatro estão acontecendo simultaneamente nas salas de aula do Laboratório Central de Informática: “Tecnologia Assistiva: Acesso ao Computador”, “Uso do sistema operacional mandriva mini, um desafio para práticas educativas”, “Qualificação docente para a inclusão através do Objeto de Aprendizagem Incluir” e “Utilização do Software Wingeom”.

Confira a galeria com as fotos desta manhã: