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Entrei na onda!

Presentes e conectados, os participantes no 3º Seminário Nacional de Inclusão Digital (Senid), entraram na onda e tiraram suas selfies.

Dá uma conferida!

 

“Toda a informação deve ser livre!”

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Na cultura hacker, a preocupação com o compartilhamento de informações é o que move cada atitude na rede. Analisar, criticar, compartilhar e criar informações é essencial para que a educação assuma o formato esperado diante de um cenário imerso em tecnologia e plataformas digitais.
O pensamento do Prof. Dr. Mario Pireddu, da Universidade de Milão – Itália, responsável pela palestra de encerramento do Senid – Hacking Education, vai de encontro a essa ideia e propõe um acréscimo: “É possível reformular as instituições de ensino para que elas modifiquem a realidade.”, comentou. Mas, antes disso, ele avisa: “Para mudar alguma coisa é preciso construir um novo modelo que torne o modelo anterior obsoleto”.
Os caminhos que o digital está tomando ainda não está bem traçado. O certo é que é um caminho de colaboração e que visa a educação, o conhecimento e a informação disseminada por todo o mundo. Para Mario, é isso que importa: “Não há resposta fáceis, mas podemos ser gratos pelas questões que esse ambiente estimula”.

Teatro e Tecnologia

Na última tarde de Senid, ocorreu no auditório do prédio LCI, na Universidade de Passo Fundo, a apresentação do ator Beto Mayer. Integrante do grupo do espetáculo de humor “As Filhas da Mãe”, Mayer veio nos presentear com a personagem Dulce Alcântara Pereira Barreto, que por ser extremamente divertida e espontânea, atraiu a atenção do público jovem presente envolvendo-os durante toda a apresentação. Tivemos a oportunidade de acompanhar o ator nos bastidores, enquanto a personagem era montada, passo a passo pelo seu criador, até o mesmo entrar em cena.

A abordagem da apresentação era sobre a importância das redes sociais e da tecnologia nos dias de hoje. Dulce, no início da peça, era totalmente contra o uso desse tipo de ferramentas, dizendo ser uma perda de tempo pra vida dos seres humanos. No final da encenação, ela acaba mudando de opinião e vendo que, na sociedade atual, é quase impossível que alguém não se envolva no mundo das tecnologias. Sendo assim, o Junaj, projeto desenvolvido para o público jovem do Senid, entra em concordância com os aspectos trabalhados por Mayer.