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A AMPLA TEMÁTICA DA TECNOLOGIA

Tendo por objetivo capacitar educadores e oferecer novas ferramentas de ensino/aprendizagem, o Senid 2018 optou por contemplar a Cultura Digital na Educação em seus diversos desdobramentos.

A estratégia torna mais viável aos professores o uso destas ferramentas que existem há décadas, e acaba se tornando o diferencial para os alunos. Além de ajudá-los a entenderem melhor as explicações. Ricardo Bastos, um dos organizadores do evento comentou: “Algo que eu percebi neste evento que está em alta, é a programação de computadores para crianças, para alunos que estão na educação básica, eles estão aprendendo a programar. Isto é um movimento que tem no planeta, muitos países de primeiro mundo têm feito isto e tem apresentado resultados fantásticos e o Brasil tem percebido isto. ”

INTERDISCIPLINARIDADE
Grande parte dos professores nas escolas que utilizam a informática como auxílio, são professores de alguma disciplina em particular. Eles acabam apresentando situações da sua sala de aula antes e depois de novas tecnologia. Afinal, é uma transição bastante evidente, hoje é possível perceber que há uma aceitação da tecnologia, por conta dos alunos, de forma unânime, mas que há uma relutância por parte dos docentes desta transição.

IMG_6234 IMG_6237 IMG_6246 IMG_6264 IMG_6270 IMG_6292 IMG_6297Victor Ferreira para SENID 2018

368 HORAS DE MUITO CONHECIMENTO E DIVERSÃO

Iniciou hoje pela manhã o 5º Seminário Nacional de Inclusão digital, o SENID 2018.  O evento reúne uma programação bem diferenciada com mesas redondas, oficinas, workshops, apresentações de artigos, conferências, dentre muitas outras coisas. O coordenador do evento Adriano Teixeira explica que o evento, destinado a discutir as questões tecnológicas do mundo, iniciou em 2011 e este ano a temática abordada é a Cultura Digital na Educação.

 Ao todo conta com 35 organizadores e colaboradores empenhados para as quase 400 horas de atividades. “É um evento científico que tem um caráter um pouco diferente, ele é voltado a pesquisadores, mas também a professores”, ressalta o professor.

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Suziane Almeida Toffoli e Juliano, são representantes do Núcleo de Tecnologia Educacional – NTE do município de Gravataí, e comentam que sempre participaram do Senid.  Nesta edição estão desenvolvendo oficinas, bem como, relatos de experiência, para eles o Senid é um espaço de aprendizagem, atualização e possibilita apresentar o que cada NTE desenvolve, pois são 30 em todo o estado e cada um tem sua especialidade de acordo com a região.

Gilmar Griep, também é representante do NTE, mas do município de Rio Grande, e enfatiza que a convivência com a comunidade, a aprendizagem, a atualização do conhecimento tecnológico e dos aplicativos, faz com que o Senid seja um evento muito significativo.

Leila da Silveira, representa o NTE de Carazinho. Para ela o principal objetivo de sua participação é sanar a necessidade de adaptação das novas tecnologias por conta dos educadores. “É preciso uma aproximação maior destas novas tecnologias, pois os alunos estão cada vez mais inseridos e utilizam estes recursos sempre”.

Alcione da Silva Ethu é assessora em tecnologia educacional da Secretaria de Educação do Governo do Estado, além disto é ela quem coordena todos os Núcleos de Tecnologia Educacional. Alcione vê o Senid como uma oportunidade de atualização e uma chance de expor os trabalhos desenvolvidos por todos os núcleos, além disto é um ótimo lugar para estar a par das inovações tecnológicas da área de educação.

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Monalise Canalle para SENID 2018

Entrei na onda!

Presentes e conectados, os participantes no 3º Seminário Nacional de Inclusão Digital (Senid), entraram na onda e tiraram suas selfies.

Dá uma conferida!

 

10 anos de Inclusão digital

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No entardecer do segundo dia do Senid, o momento foi de olhar para dez anos atrás. Em 2004, num contexto bem diferente do atual, surgem as primeiras iniciativas de implementar ações de Inclusão Digital. Hoje, em 2014, o Mutirão pela Inclusão Digital completa dez anos de um intenso trabalho de alunos e professores.

O Professor Adriano Canabarro Teixeira comenta a importância do Mutirão para a transformação social. “Há dez anos, as escolas não tinham acesso a tecnologia e precisavam se deslocar até a universidade para que os alunos pudessem mexer nos computadores. A medida que, via políticas públicas, as escolas tinham acesso a tecnologia, verificamos que existiam outros espaços e possibilidades que poderíamos assumir”, conta.

O principal objetivo do projeto é que os cidadãos possam se apropriar da tecnologia e que esta possa fazer parte da vida deles. Para que isso aconteça, no entanto, são necessárias oficinas, ações de capacitação e eventos que sejam capazes de transformar as ferramentas tecnológicas em oportunidades de troca de experiências.

Todas as ações que o Mutirão desenvolve, desde oficinas para crianças, ensino de Robótica até a realização do próprio Seminário de Inclusão Digital buscam, através de diferentes ferramentas, possibilitar o acesso fácil e rápido a tecnologia. “A tecnologia é tão importante na vida da gente, nada mais justo que a gente saiba programá-la – seja para ver um gato se movendo na tela ou para movimentar um dispositivo robótico. E isso só é possível graças ao trabalho árduo de estudantes, dos professores e colegas da computação e, também, das parcerias que temos. E isso é o mais legal do Mutirão: ele representa, realmente, um mutirão de pessoas trabalhando em prol de algo que é fundamental no dia de hoje – o domínio dessas tecnologias como autores e não só como usuários”, conclui.

Meta-arte: transformando lixo tecnológico em arte

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Foto: Marcelo Mello

A arte e a preservação também marcam presença no 3º Seminário Nacional de Inclusão Digital. A oficina Meta-arte, ministrada por Luciano da Silva do CMID (Centro Marista de Inclusão Digital) de Santa Maria acontece paralela aos eventos do Senid no prédio da Faculdade de Artes e Comunicação e já recebeu diversos alunos e professores das escolas da região que se encorajaram a criar suas próprias esculturas com sucata de computadores.

Luciano – que sempre trabalhou com artesanato – há nove anos vem incentivando seus alunos a cuidar do meio ambiente e do lixo eletrônico por meio da criação de peças novas e únicas através da criatividade. Além disso, dá algumas explicações sobre o funcionamento das partes das máquinas usadas como matéria-prima na confecção. “Nestes tempos em que a tecnologia avança rapidamente e cada vez mais lixo tecnológico é criado, é melhor tornar o obsoleto em decoração do que em poluição”, lembra.

A professora Zanira de matemática, e que agora atende o laboratório da Escola Estadual Ernesto Tocchetto de Passo Fundo, encantou-se com as obras dos jovens participantes da oficina e diz que esse tipo de evento abre muitas portas para que o pessoal das escolas possa visualizar e participar do mundo da tecnologia da informação. Ela espera que eventos como o Seminário plantem a semente do conhecimento nas gerações jovens. “Hoje, quem domina o mundo é o saber”, comenta.

 

A nova geração da tecnologia

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Fotos: Maitê Weschenfelder e Marcelo Henrique

As crianças invadiram o Senid!

Durante a tarde do primeiro dia de evento, quem ganhou espaço foram os alunos das escolas de ensino fundamental de Passo Fundo que participam do Senid Infano, uma forma de aproximar as crianças da tecnologia.

A programação começou com uma apresentação de teatro, comandada pelo ator Beto Mayer, que divertiu as crianças e falou um pouco sobre a utilização das tecnologias na educação e nas suas vidas. Em seguida, os alunos foram encaminhados para as oficinas práticas.Paralelamente a tudo isso, acontece a final do campeonato de games.

Para a diretora a Escola Municipal Coronel Lolico, de Passo Fundo, a  interação dos alunos com os jogos eletrônicos educativos contribui para o desenvolvimento das crianças. Segundo ela, os alunos desenvolvem, além do raciocínio mais rápido, a concentração e a atenção. “ A inovação do ambiente de ensino é fundamental para um bom aprendizado”, comenta.

Começou!

A terceira edição do Seminário Nacional de Inclusão Digital, o Senid, já começou! A primeira manhã é de inscrições, entrega do material e oficinas.

 

Teatro e Tecnologia

Na última tarde de Senid, ocorreu no auditório do prédio LCI, na Universidade de Passo Fundo, a apresentação do ator Beto Mayer. Integrante do grupo do espetáculo de humor “As Filhas da Mãe”, Mayer veio nos presentear com a personagem Dulce Alcântara Pereira Barreto, que por ser extremamente divertida e espontânea, atraiu a atenção do público jovem presente envolvendo-os durante toda a apresentação. Tivemos a oportunidade de acompanhar o ator nos bastidores, enquanto a personagem era montada, passo a passo pelo seu criador, até o mesmo entrar em cena.

A abordagem da apresentação era sobre a importância das redes sociais e da tecnologia nos dias de hoje. Dulce, no início da peça, era totalmente contra o uso desse tipo de ferramentas, dizendo ser uma perda de tempo pra vida dos seres humanos. No final da encenação, ela acaba mudando de opinião e vendo que, na sociedade atual, é quase impossível que alguém não se envolva no mundo das tecnologias. Sendo assim, o Junaj, projeto desenvolvido para o público jovem do Senid, entra em concordância com os aspectos trabalhados por Mayer.

 

Segunda noite de palestras Senid

O grupo tradicionalista Tropeiros da Cultura realizou a abertura da segunda noite de palestras do Senid 2013, que contou com a presença dos palestrantes professor Mestre Alexandre Oliva, da Fundação Software Livre América Latina e da professora da Universidade de Passo Fundo, Dra. Tania Rosing.

Visitantes da tarde

Esta tarde, no SENID, contamos com a visita dos alunos das escolas municipais, enquanto aconteciam diversas oficinas. Além disso, foi oferecido um coquetel aos participantes e palestrantes.