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Professora da UFRGS palestra no II Seminário de Inovação

O segundo dia do II Seminário de Inovação: Encantar, Educar e Comprometer, promovido pela Secretária Municipal de Educação e a UPF, foi marcado pela palestra da professora da UFRGS, Marie Jane Carvalho.  

Com o tema “qual o currículo para a nossa escola?” a professora abordou uma série de questões relativas a educação básica e ao preparo dos professores para encarar a nova base curricular. A base curricular, que foi discutida por dois anos, por mais de cem professores e estudiosos da educação, foi lançada recentemente. Marie Jane afirma que a maior dificuldade em implementar esta base é o desconhecimento por parte dos professores das redes municipais e estaduais.

Marie Jane também afirmou que esta matriz curricular precisa ser discutida e questionada pelos professores, a fim de melhorar o desempenho dos alunos e compreender o que melhor se encaixa na educação básica brasileira, se são os conteúdos já previamente marcados ou outro tipo de sistema.

 

Ana Cláudia Capellari – Especial SENID 2016

 

Salvem os hackers ou salve-se quem puder!

prof alexandre

Engana-se quem pena que hacker é aquela pessoa que invade computadores. Hacker é quem questiona, pesquisa e compartilha conhecimento.

Com seu jeito excêntrico, Alexandre Oliva se emociona quando fala sobre tecnologia. O professor é fundador da Fundação Sotware Livre América e, na noite de terça, trouxe para o Senid a sua visão sobre a cultura hacker.

Segundo Alexandre, indo contra a visão que muitos criam, ser hacker é diferente de ser programador ou criminoso. Ao contrário, ser hacker é ter paixão por conhecimento e informação. “O valor do hacker está no brilhantismo da sacada. O hacker tenta salvar o mundo. É isso!” O professor acredita que o medo provocado pelos hackers está no fato de eles colocarem em risco o modelo de dominação e poder. Ele garante que é preciso continuar batalhando pelo compartilhamento de informação, porque a elite está sempre um passo a frente na tecnologia.

Em relação à educação, Alexandre comenta que as escolas oferecem aos alunos livros e programas que não podem ser compartilhados e que a escola deveria dar exemplo, oferecendo software livre. No fim, o professor ainda provoca: “Sejamos hackers livres que questionam, pesquisam e compartilham conhecimento.”

No vídeo, o professor fala um pouco mais sobre os hackers. Confira: