Projeto Escola de Hackers

A ideia da Escola de Hackers é levar esclarecimentos e desenvolver competências na área de programação de computadores para alunos de escolas municipais de Passo Fundo. Serão atendidas turmas de 15 a 20 alunos em cada uma das 36 escolas municipais. A ideia da Escola de Hackers nasceu das Olimpíadas de Programação de Computadores de Passo Fundo, realizada pela primeira vez em 2013.

Os grupos irão se reunir semanalmente ao longo do ano no turno inverso às atividades escolares, para desenvolver programas usando Scratch, linguagem de programação com finalidade educativa desenvolvida no Instituto de Tecnologia de Massachussets.

Os professores acompanharão as oficinas que serão ministradas por estudantes dos cursos de TI (tecnologia da informação) das instituições de ensino superior parceiras do projeto.

O hacker é um indivíduo que se dedica, com intensidade incomum, a conhecer e modificar dispositivos, programa e redes de computadores. Usam as informações de forma criativa e curiosa, dentro da lei. “Há o conceito comum e equivocado de que o hacker é um criminoso virtual”, comenta o professor Adriano Canabarro, da UPF.

“A gente está construindo uma apostila com as atividades de cada encontro. Vamos ter um site para escolas de outras cidades replicarem o material se quiserem. A ideia é que os estudantes possam se apropriar de forma criativa da tecnologia, desenvolver raciocínio lógico, capacidade de resolução de problemas, entre outras coisas”, explica Teixeira, um dos responsáveis pelo projeto.

O projeto é promovido pela Secretaria de Educação da Prefeitura Municipal de Passo Fundo com o apoio da Universidade de Passo Fundo, da IMED e do Instituto Federal Sul-Riograndense, campus Passo Fundo.

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